Um dos lençóis de linho estava estendido numa corda em frente à janela da varanda do quarto.
A luz da manhã coava-se através do lençol sobre a cama onde Riverday estava estendida com um dos braços dobrados em L, os dedos enterrados no cabelo e uma das pernas também em L, sobre os lençóis em desalinho.
Há quem sonhe que está a sonhar.
Riverday levantou-se meio a dormir para ajeitar esse lençol de modo a que toda a luz entrasse através do linho.
Deitada na cama, entreabria os olhos, diluída na luz do linho.