Era uma imagem a preto e branco, como nas gravuras
dos livros antigos.
Numa banheira antiga, com pés em forma de garras de águia,
viam-se dois porcos a tomar banho, que pareciam o Humpty Dumpty, de Lewis
Carroll.
Estava lá também um homem a quem tinham caído os dois olhos das órbitas
e via-se muito bem a cara do homem com aqueles grandes buracos negros e, em
baixo, os olhos espalhados no chão.
Eu preferia não tomar banho. Antes andar
sujo e porco, do que lavar-me.